A Dom João Barbearia une tradição e modernidade, com novas técnicas e ambiente personalizado

0
197

Nenhuma descrição disponível.

Na Dom João Barbearia, as navalhas, tesouras, toalhas quentes e loções continuam ali; o ambiente, porém, foi reconfigurado. Nada de uma saleta escura, sem muito conforto ou mordomias. Embora permaneça a tradição, a barbearia prima pela modernidade.

No espaço, o cliente tem frigobar, música, quadros e outros itens de decoração – além de um mobiliário bonito e estilizado. Os profissionais também não ficam para trás: munidos com horas de cursos e prática, tornam o ritual de fazer cabelo e barba um serviço personalizado e cheio de exclusividade.

Sem horário marcado, A Dom João Barbearia atende por ordem de chegada. Em média, são mais 20 pessoas por dia. Livres para papear e contar piadas. Vários serviços que antes uma barbearia não dispunha, agora na Dom João você encontra, como: cortes tradicionais, estilizados, limpeza de pele, hidratação, alisamento, sobrancelhas e pigmentação

“Muita gente enxergava barbearia como sinônimo de coisa antiga, velharia.  Porém, é importante notar que as barbearias que estão se reinventando e não pararam no tempo. É preciso sempre inovar. Procuro fazer cursos para aprender cortes radicais, porque o mercado pede isso”, revelou João.

O proprietário João conta com um tipo altamente qualificado. Estão ao seu lado:  Raister Rodrigo de Melo e  Ailton Costa Silva.

Nenhuma descrição disponível.

A Dom João Barbearia fica localizada Rua Manoel Jayme Lopes, Centro. Telefone: 99546.0478

Siga no Intagran @barbearia_dom_joao

Veja a galeria de fotos:

Nenhuma descrição disponível.

Nenhuma descrição disponível.

Nenhuma descrição disponível.

Nenhuma descrição disponível.

Nenhuma descrição disponível.

Nenhuma descrição disponível.

Nenhuma descrição disponível.

Nenhuma descrição disponível.

Nenhuma descrição disponível.

Nenhuma descrição disponível.

Nenhuma descrição disponível.

Nenhuma descrição disponível.

Nenhuma descrição disponível.

 

No fio da história

28 mil a.C.
Há cerca de 30 mil anos, nossos ancestrais descobriram que podiam remover a barba com o uso de lascas de pedra afiada.

Entre 3.150 a.C. e 31 a.C.
No Antigo Egito , a barba era sinal de status: os membros mais abastados da nobreza a cultivavam, mesmo que a falta dela não indicasse necessariamente um tipo de demérito.

1900 a.C.
Na Mesopotâmia, povos como babilônios e caldeus, usavam a barba trançada. Dava trabalho: ela era lavada em óleo e depois prensada com ferro quente.

Cerca de 1250 a.C.
Na Bíblia, há o registro da ordem de Javé aos israelitas para que “não raspassem a barba pelos lados”, já que o estilo era usado pelos patriarcas hebreus.

Entre 1100 a.C. a 146 a.C.
Entre os gregos, o uso da barba era bastante comum – a prova são as imagens que representam filósofos gregos, como Platão e Aristóteles, sempre acompanhadas de uma farta rama de pêlos. Durante a dominação macedônica, a barba foi severamente proibida pelo rei Alexandre, O Grande.

Idade Média e século 15
A barba sinalizou a separação ocorrida na Igreja Cristã com a realização do Cisma do Oriente: muitos dos clérigos católicos eram aconselhados a fazerem a barba para que não parecessem com os integrantes da igreja ortodoxa ou até mesmo com os costumeiramente barbudos judeus ou muçulmanos.

Século 18
Com o desenvolvimento comercial e o o mundo moderno, a barba começou a indicar um traço da vaidade masculina. Em 1770, o francês Jean-Jacques Perret criou um modelo de navalha mais seguro para barbear. No século seguinte, a famosa navalha em “T” foi inventada pelos irmãos americanos Kampfe.

Século 19
King Camp Gillett percebeu a possibilidade de adotar lâminas descartáveis para os barbeadores e, com o auxílio do engenheiro Willian Nickerson, criou uma nova marca de lâminas e barbeadores que ainda é largamente utilizada por homens e mulheres de várias partes do planeta.

Início do século 20
O rosto lisinho virou sinônimo de civilidade e higiene. Muitas empresas e instituições governamentais não admitiam a presença de barbudos em seus quadros.

Anos 1960 e 70
Com a revolução da juventude, as barbas, cavanhaques e bigodes começaram a virar febre. Sinônimo de rebeldia, tinha personalidades como Che Guevara como símbolo.

Anos 1980 e 90
A década de 80 trouxe os yuppies, “homens de escritório” que queriam vencer no mundo capitalista de terno e gravata e cara lisinha. O modelo seguiu nos anos 1990, principalmente com a febre de academias que chegaram a criar a tendência dos depilados.

Início do século 21
A associação negativa fica por conta dos terroristas do Islã. No entanto, a liberdade de se vestir a partir da própria personalidade permite que todos usem a barba do jeito que quiserem, sem que ela seja vista com tanto preconceito.

 

DEIXE UMA RESPOSTA

Please enter your comment!
Please enter your name here