O STRAAF lembra que hoje, 25 de novembro, é o Dia Mundial de Combate à Violência Contra às Mulheres

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A diretoria do Sindicato dos Trabalhadores Rurais, Agricultores e Agricultoras Familiares de Pirenópolis (STRAAF), lembre que hoje, 25 de novembro é o Dia Mundial de Combate à Violência Contra as Mulheres, um assunto muito delicado, velado na maioria das vezes e que infelizmente, os dados vem crescendo mensalmente.
História
A comemoração é comemorada neste dia 25 de novembro é devido à informações históricas que neste em 1960, 25 de novembro, as irmãs Minerva, Pátria e Maria Tereza Mirabal foram brutalmente assassinadas na República Dominicana. Elas eram aguerridas opositoras da ditadura imposta por Rafael Leônidas Trujillo, e seus corpos foram encontrados no fundo de um precipício estrangulados e com ossos quebrados, depois de um suposto acidente automobilístico. Por isso, durante o 1º Encontro Feminista da América Latina e Caribe, realizado na cidade de Bogotá em 1981, o dia 25 de novembro foi declarado Dia Internacional da Não-Violência contra a Mulher.
A violência contra a mulher é um problema mundial que não distingue cor, classe social nem raça. É maléfica, absurda e injustificável. É preciso que em todo o mundo, e especialmente no Brasil, as denúncias aumentem e a impunidade aos agressores diminua. A violência contra as mulheres, além de desrespeitar a cidadania e os direitos humanos, revela formas perversas de discriminação de gênero, destrói sonhos, viola a dignidade. A Secretaria de Mulheres da CONTAG se posiciona frontalmente contra qualquer tipo de violência contra as mulheres e, em suas ações, demonstra apoio a todas as lutas e manifestações pelo fim da impunidade e pela garantia de saúde, respeito, liberdade e autonomia para todas as mulheres do campo, da floresta, das águas e também da cidade.
A Marcha das Margaridas, já na sua 5ª Edição, aponta como luta incansável o enfrentamento à violência contra as mulheres, propondo políticas públicas que instrumentalizem as mulheres para saírem da posição de vítimas, percam o medo e possam viver com dignidade. Dessa forma, consideramos a Lei Maria da Penha e as Unidades Móveis grandes conquistas que começam a chegar para as mulheres do campo, da floresta e das águas.
De acordo com estudos da Organização das Nações Unidas (ONU), um terço de todas as mulheres no mundo já sofreu violência física ou sexual. Além disso, cerca de 120 milhões de meninas já foram submetidas a sexo forçado e 133 milhões de mulheres e meninas sofreram mutilação genital. A violência ocorre não apenas nos espaços privados, mas também nos espaços públicos, e não se resumem a agressões físicas: a violência psicológica e moral, por meio principalmente de agressões verbais, também causa danos e doenças, reduz a autoestima e faz com que as mulheres se sintam desprezíveis. Esse enfraquecimento psicológico torna as mulheres ainda mais vulneráveis a seus agressores e causam grandes dificuldades ao exercício da cidadania e à busca por autonomia.
A subsecretária-geral das Nações Unidas e diretora executiva da ONU Mulheres, Phumzile Mlambo-Ngucka, apresentou a iniciativa da ONU “Mulheres nos 16 Dias de Ativismo pelo Fim da Violência contra as Mulheres”, que conta com a programação global “Tornar o mundo laranja pelo fim da violência contra as mulheres” (Orangeur World). A campanha se iniciará pelo Brasil e já conta com o apoio de outros 70 países e mais de 450 ações de mobilização em todo o mundo.
A cor laranja foi escolhida por evocar a solidariedade às mulheres e meninas vítimas de violência e a energia necessária para que superem as situações violentas e recebam o apoio necessário em sua trajetória libertadora.
Fonte: Secretaria de Mulheres da Contag
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3 COMENTÁRIOS

  1. Agora você conseguiu mas um ledor que vai escoltar incessantemente.

    Tirei muita incerteza e achei bom de verdade
    ler sua termo. tem muito plumitivo bom e você é um deles.

    Agradeço a rede por me presentear a oportunidade de conhecer seu sítio da Internet
    e também conseguir regressar.

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