Antes e depois: veja como era e como ficou Brumadinho após tragédia, onde 9 pessoas morreram e até 355 estão desaparecidas

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Imagens da área atingida nesta sexta-feira (25) pelo rompimento de uma barragem em Brumadinho (MG), a cerca de 60 km de Belo Horizonte, mostram os danos causados pela lama que invadiu a região.

Se antes da tragédia a área era marcada pelo verde das matas e algumas casas, agora o cenário aparece tomado pelo marrom da lama de rejeitos da mineradora Vale, dona da barragem.

A barragem que se rompeu estava inativa e não recebia rejeitos há mais de três anos. Construída em 1976, ela tinha capacidade de armazenamento de 12,7 milhões de metros cúbicos. É na cidade de Brumadinho que fica o Instituto Inhotim, considerado o maior museu a céu aberto do mundo. ​​ Apesar de o museu não ter sido atingido pela lama, há relatos de destruição de pousadas comumente procuradas por turistas que vão à cidade para conhecê-lo.​​ 

A Barragem 1 da Mina Feijão, da Vale, em Brumadinho (MG) - que se rompeu nesta sexta-feira -, tinha baixo risco de acidentes e alto potencial de danos, segundo o cadastro nacional de barragens elaborado pela Agência Nacional de Águas (ANA) com informações repassadas pela Agência Nacional de Mineração (ANM), autarquias vinculadas aos ministérios do Desenvolvimento Regional e o de Minas e Energia e Energia. Divulgado em novembro do ano passado com dados referentes a 2017, o documento não incluiu a barragem da Vale em Brumadinho que se rompeu entre as 45 que possuíam notificação de risco no Brasil. Trata-se do relatório mais atualizado sobre o tema.

Notícia atualizada nesta madrugada:

O Corpo de Bombeiros de Minas Gerais divulgou na madrugada deste sábado (26) que ao menos nove pessoas morreram no rompimento de uma barragem da mineradora Vale na manhã de sexta (25) em Brumadinho, a cerca de 60 km de Belo Horizonte, na região metropolitana. As vítimas, retiradas debaixo da lama despejada com os rompimentos. ainda não foram identificadas. ​​ Foram resgatadas com vida 189 pessoas, mas os bombeiros estimam entre 265 e 355 o número de pessoas desaparecidas: entre 100 e 150 na área administrativa situada nas proximidades da barragem que rompeu; 30 na região da Vila Ferteco; aproximadamente 35 na Pousada Nova Estância; e entre 100 e 140 na região do parque das cachoeiras.

A corporação divulgou uma lista com os nomes de 182 pessoas que foram resgatadas com vida (faltam sete) e das que foram encaminhadas a hospitais após o rompimento da barragem. "No momento a grande medida é ver sobreviventes, e informar às famílias dos atingidos", afirmou o governador de Minas Gerais, Romeu Zema (Novo), em nota. O governador está na cidade atingida acompanhado do ministro do Meio Ambiente, Ricardo Salles.

De acordo com o governo mineiro, a Vale informou às autoridades que, no momento do desastre, havia 427 empregados da empresa no local. Ao todo, 279 foram localizados e não correm perigo, e cerca de 150 funcionários são considerados desaparecidos. A UPA (Unidade de Pronto-Atendimento) de Brumadinho informou que duas vítimas, com quadro de saúde considerado estável, se encontram em observação na unidade. Além delas, outras duas vítimas do acidente foram levadas à UPA, mas foram transferidas para o hospital João XXIII, em Belo Horizonte, por apresentarem sinais de intoxicação grave. À tarde, o centro médico na capital mineira já havia recebido cinco vítimas. Cem bombeiros estão​​ trabalhando no resgate às vítimas. O governo informou que "dezenas de helicópteros" do estão envolvidos na busca por sobreviventes.

Três anos e meio após Mariana O caso de Brumadinho acontece três anos e dois meses após o rompimento de uma barragem da Samarco em um distrito de Mariana, também em Minas Gerais. A Vale é uma das controladoras da Samarco. Dezenove pessoas morreram na ocasião e​​ milhares perderam as casas em função do vazamento de 40 bilhões de litros de lama. Segundo o site da mineradora Vale, a barragem principal que rompeu nesta sexta-feira tinha capacidade de 12,7 milhões de metros cúbicos. Para efeito de comparação, a barragem da Samarco, operada pela Vale com a australiana BHP, tinha 50 milhões de metros cúbicos de rejeitos.

 

Fontes: UOL e G1

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