Prefeitura de Pirenópolis não anuncia medidas para evitar o alto contágio, mas faz reunião entre comitê para discutir Operação Carnaval

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Desde segunda-feira da semana corrente, dia 24 de janeiro, o jornal Pirenópolis Online vem tentando sem sucesso, uma posição junto à Prefeitura de Pirenópolis, sobre quais medidas serão tomadas com relação às recomendações da Secretaria Estadual de Saúde, que demonstrou através do Mapa de Calor, a Região Pirineus em estado de calamidade, pois apresenta um alto índice de contágio e taxa de ocupação de leito de UTIs. De acordo com a SES, as regiões que apresentam a cor vermelha é recomendado o fechamento das atividades não essenciais. Até hoje, 27 de janeiro, às 07h00, a prefeitura não respondeu aos questionamentos da reportagem, mas realizou na manhã de ontem(26), uma reunião com um comitê formado entre representantes da PM, do Corpo de Bombeiros, das secretarias municipais de Finanças, Meio Ambiente e Turismo para discutir detalhes da Operação Carnaval, sobre a organização do trânsito.

Nota do Hospital Ernestina Lopes Jaime 

O Hospital Estadual de Pirenópolis Ernestina Lopes Jaime – Heelj, realiza em média 120 testes diários, destes, aproximadamente 17% são positivados. Todos os dados também são enviados para a coordenação da Vigilância Municipal. Na unidade tem dois pacientes confirmados com o quadro clínico estável, aguardando transferência para leito Covid-19.

Operação Carnaval

Segundo a prefeitura, a operação deliberará sobre orientações gerais para o período, assim como intervenções no trânsito do Centro Histórico. “A prefeitura de Pirenópolis não promoverá festas de carnaval e entende que o momento é de manter os protocolos de biossegurança. A operação em questão visa a conscientização acerca desses cuidados e a organização do trânsito”, disse a nota.

Pode ser uma imagem de 10 pessoas, pessoas em pé e pessoas sentadas

Cidades que estão no vermelho

As cidades são: Bonópolis, Campinaçu, Estrela do Norte, Formoso, Minaçu, Montividiu do Norte, Mundo Novo, Mutunópolis, Novo PlanaltoPorangatu, Santa Tereza de Goiás, São Miguel do Araguaia e Trombas, no Norte; e Abadiânia, Alexânia, Anápolis, Campo Limpo de Goiás, Cocalzinho de Goiás, Corumbá de Goiás, Gameleira de Goiás, Goianápolis, Pirenópolis e Terezópolis de Goiás, na região dos Pirineus.

Quase todas as cidades em situação de calamidade responderam as medidas que poderão ser tomadas diante desta situação, Pirenópolis é uma das poucas que não deu nenhum esclarecimento aos veículos de comunicação.

Há quatro meses duas regiões não ficavam em vermelho ao mesmo tempo. Para determinar as cores existe a observação de critérios como taxa de ocupação de leito de UTIs e transmissão de doenças. O mapa deve ser atualizado até o dia 28.

Na situação crítica (laranja) estão 11 regiões (inclusive Goiânia e Aparecida aparecem aqui, na região Centro Sul). Em situação de alerta (amarelo), cinco.

SES-GO

Em relação ao mapa de risco da Covid, a SES-GO informou que trabalha na atualização da Nota Técnica que dispõe de recomendações sobre medidas sanitárias a serem seguidas pelos municípios. “A medida considera o cenário atual da cobertura vacinal no Estado, além da redução da taxa de letalidade da doença, apesar do número explosivo de casos. ”

Segundo a pasta, ainda que o mapa de calor indique a faixa vermelha, “é importante ressaltar que o Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu que municípios podem tomar as medidas que acharem necessárias para combater o coronavírus, como isolamento social, fechamento do comércio e outras restrições”.

E ainda: “Apesar do Estado de Goiás ter, desde o início da crise sanitária, orientado sobre quais medidas a serem adotadas, a decisão final (última palavra) é sempre da gestão municipal, que possui plena autonomia da condução dos trabalhos de enfrentamento à Covid-19, definindo os serviços essenciais que serão autorizados a funcionar durante a pandemia.​ *Com informações de G1GO e PMP.
Mapa de calor

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As recomendações aplicadas em regiões classificadas como situação “crítica” ou de “calamidade” só poderão ser modificadas se a região apresentar melhora da situação por duas semanas consecutivas (14 dias), ou seja:

  • A região que na semana anterior estava com situação de “calamidade” e nesta semana melhorou para “crítica” ou “alerta”, precisa manter as medidas de “calamidade” por mais uma semana;
  • A região que na semana anterior estava como situação “crítica” e passou para “alerta” nesta semana, precisa manter as medidas de situação “crítica” por mais uma semana;
  • A região que piorou a situação deverá imediatamente adotar as medidas restritivas da situação de piora em que se encontra agora, e manter tais medidas por 14 dias.

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