Calor alto e umidade baixa: é preciso muita água para compensar a seca

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Os níveis de umidade que chegam a 15% e temperaturas que atingem os 33ºC, é preciso dar atenção especial ao corpo: hidratação, exercícios moderados e cuidados com o sol fazem parte da cartilha nesta época do ano.

O tempo seco e o calor intenso que atingem todo o estado e estão longe de acabar. Em Pirenópolis completou 93 dias sem chuva e, ao que tudo indica, as precipitações seguem sem previsão, segundo o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet). Segunda foi o dia mais seco do ano. A umidade relativa do ar registrou 13%. Nesta terça-feira (3/9), a umidade chegou a 15% (a segunda menor do ano) e, ao longo desta semana, deve variar entre 15% e 25%. “As temperaturas continuarão altas, variando entre 30°C ea 32°C, e o céu com poucas nuvens”, explicou Heráclio Alves, meteorologista do Inmet.

Cuidados com a saúde

Secura nos olhos, sangramento no nariz e ressecamento da pele são alguns dos sintomas causados pela baixa umidade, e os cuidados devem ser redobrados. “Na época da seca, a maioria das doenças respiratórias piora, pois os poluentes do ar atingem as vias”, explica Licia Stanvani, pneumologista do Hospital Brasília.
Segundo a especialista, em dias de baixa umidade, é preciso manter o corpo hidratado, especialmente aqueles que têm doença alérgica respiratória, como asma, ou pulmonar. “Pessoas que estão em algum desses quadros estão mais suscetíveis a desenvolverem uma gripe ou resfriado mais rápido. Para evitar a desidratação, o ideal é usar soro fisiológico nas narinas, lavar o rosto e usar manteiga de cacau nos lábios”, orienta.
Reforçar a alimentação saudável, rica em frutas e verduras, com ingestão frequente de líquidos, também é necessário para manter o bom rendimento nas atividades do dia a dia no período da seca. “Algumas frutas, como melancia, melão e mamão podem ajudar bastante na hidratação do corpo, pois elas têm um ótimo percentual de água. Além disso, temos as hortaliças, como o pepino e a abóbora”, comenta o Guilherme Theodoro, professor de nutrição do Instituto de Educação Superior de Brasília (Iesb).
O nutricionista alerta, ainda, para o alto consumo de sódio que, segundo ele, pode comprometer o organismo e ajudar no processo de desidratação. “Deve-se evitar os alimentos processados, como salgadinhos, biscoitos e congelados, e dar preferência às comidas preparadas em casa”, destaca.

Tempo para exercícios

Para os que gostam de praticar atividades físicas, é preciso definir o horário certo para se exercitar, como indica o educador físico Welbert Lucas. Segundo ele, caminhadas podem ser uma boa alternativa de exercício, desde que sejam feitas no início da manhã ou no fim do dia. “Nesse período, é preciso diminuir os exercícios ao ar livre ou em ambientes fechados sem uma boa climatização. Não podemos esquecer que a hidratação é fundamental e o cuidado deve ser redobrado, então, ingerir 35ml de água por quilo corporal é o ideal. Também podemos lembrar das bebidas isotônicas, que previnem a desidratação e são constituídas por alguns nutrientes e sais minerais”, afirma.
*Com informações de CB
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