Dermatologista alertam sobre risco de procedimentos estéticos, na Clínica Santa Ana você encontra os melhores médicos, tratamentos eficazes e sem risco algum

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Especialistas explicam riscos. Afinal, por que profissionais de outras categorias da Saúde não estão aptos a realizarem técnicas estéticas invasivas como a harmonização facial?

A harmonização facial  ganhou os holofotes e aumenta a procura por profissionais que realizem o procedimento. Com o intuito de garantir a segurança dos pacientes, a Sociedade Brasileira de Dermatologia está esclarecendo pontos importantes sobre o tema.

O que é harmonização facial?

A presidente da SBD MG, Rachel Guerra de Castro, esclarece que a harmonização facial compreende diversos procedimentos estéticos combinados. Eles visam melhorar a aparência do rosto, envolvendo pele, tecidos, músculos, gordura, nervos e vasos. “Inicialmente, é preciso entender que o médico está preparado para uma adversidade. É possível ocorrer um quadro alérgico ou uma oclusão vascular. No entanto, infelizmente, o que vemos é uma corrida no mercado. Assim, não médicos querem atuar apenas com vistas ao lucro. Em seguida, há a abertura de diversos cursos de curta duração que estão multiplicando e não são capazes de formar adequadamente essas pessoas”, afirma.

Segundo a diretora de mídia eletrônica da SBD MG, Gisele Viana de Oliveira, há casos estéticos na mídia em que a paciente divulga ter sido submetida a um preenchimento com ácido hialurônico, realizado por um não médico, sobre procedimento anterior com material definitivo. “Nenhum médico faria tal barbaridade, uma vez que a associação é absolutamente contraindicada por implicar no risco de rejeição do material.” Ela acrescenta, que o desejo de melhorar a aparência, aliado às manobras de marketing, acabam iludindo os pacientes. “É comum ouvirmos que os procedimentos estéticos são fáceis, banalizando o ato médico, sua complexidade e riscos.”

A presidente alerta: “Estamos preocupados com esta questão. O médico, ao se tornar um especialista, seja na dermatologia ou na cirurgia plástica, se prepara para atuar frente a possíveis complicações clínicas. Para que não ocorra danos ao paciente e até mesmo risco à sua vida, é necessário um treinamento abrangente, que o dermatologista e o cirurgião plástico só adquirem durante a Residência Médica”, destaca a presidente da SBD MG.

Formação

A formação consiste de dois a quatro anos, em período integral (full time), no Hospital Escola, com uma carga horária de 60 horas semanais. Ao final, soma-se mais de 20 mil horas de treinamento. Por outro lado, profissionais não médicos estão ‘aprendendo’ essas técnicas, de acordo com Castro, no que eles chamam de pós-graduação, um ou dois dias por semana, com uma carga horária de 300 ou 400 horas, quando muito. “O que de forma alguma qualifica esse profissional para realizar um procedimento invasivo.”

Entidades protocolam ação civil

Em fevereiro, a Associação Médica Brasileira (AMB), Conselho Federal de Medicina (CFM), Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica (SBCP) e Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD) protocolaram uma ação civil pública contra a medida do Conselho Federal de Odontologia (CFO) que autorizava os dentistas a realizarem a harmonização orofacial, o uso da toxina botulínica e de preenchedores faciais.

ORIENTAÇÃO À COMUNIDADE

Para maior segurança dos pacientes, a SBD lista alguns pontos importantes que devem ser considerados por quem deseja se submeter à procedimentos estéticos:

  1. Não siga o modismo. Apenas o médico será capaz de realizar uma rigorosa avaliação. É ele quem indicará corretamente os procedimentos adequados. Também irá solicitar exames se necessários e identificar outras questões que possam resultar em problemas como manchas, assimetrias faciais temporárias e lesões neutrais e/ou vasculares irreversíveis.
  2. O dermatologista e o cirurgião plástico almejam o melhor resultado estético. Eles priorizam a promoção de saúde e o bem-estar para o seu o paciente.
  3. Na área da odontologia, é importante frisar que nem todos são cirurgiões. Assim, não podem fazer intervenções na face do paciente, conforme a própria legislação;
  4. No caso das propagandas no Instagram e Facebook verifique se o profissional é médico. Confira se trata-se de especialista em dermatologia ou cirurgia plástica. Algumas vezes, os profissionais que não são médicos não deixam claro a sua formação.
  5.  Cuidado com as promessas milagrosas e os antes e depois. Fotos podem ser facilmente alteradas e milagres não existem. Busque segurança e qualidade. De acordo com o Código de Ética Médica, os médicos estão proibidos de publicar antes e depois. Portanto, desconfie!
  6. Os profissionais médicos sempre se apresentarão com o número do seu CRM.  No caso dos especialistas em dermatologia e cirurgia plástica informam o número do RQE (Registro de Qualificação do Especialista). Você pode consultar junto às entidades das especialidades e verificar se este médico é mesmo um especialista.
  7. A ética médica é muito importante. Os Conselhos Regionais de Medicina podem ser acionados. Tire todas as suas dúvidas com o médico antes de realizar qualquer procedimento. Avalie todas as possibilidades e os recursos disponíveis no local do atendimento.
  8. Em caso de dúvida procure a Sociedade Brasileira de Dermatologia.

Fonte: Sociedade Brasileira de Dermatologia 

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