Tratamento alternativo para Parkinson, indicado por Lenísia Septimio

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Nesta postagem a professora, etnobotânica, técnica de nutrição, raizeira, benzedeira e pirenopolina de coração, Lenísia Septimio, dará algumas dicas de plantas e alimentos que amenizam os sintomas do Mal de Parkinson. A causa principal deste problema, é a morte das células cerebrais, em especial na área responsável pela produção de dopamina, neurotransmissor, que entre outras funções controlam os movimentos.

É uma doença neurológica, crônica e progressiva que afeta o sistema nervoso central, pois o paciente tem rigidez muscular, redução da quantidade de movimentos, distúrbio de fala, dificuldade para engolir, depressão, dores, tonturas, distúrbios do sono, respiratórios e urinários. “Há uma melhora dos sintomas, mas cura ainda não. O mundo vegetal pode ajudar na melhora deste mal”, disse Lenísia revelando que as plantas indicadas são: juá de capote, urtiga, castanha do Pará, alecrim, acariçoba, alfavaca, hortelã e orégano.

Os alimentos que facilitam a conexão, evitam a oxidação das células cerebrais são: mirtilo, jamelão, tofu, café, chocolate amargo, espinafre, pimenta vermelha, cebola roxa, salsa, aipo.

As frutas mais indicadas são: laranja acerola, romã, pitanga, limão, maracujá, melancia, uva escura e passas. Gergelim, chia, quinoa e linhaça. “Procure fazer uma atividade prazerosa, curta a natureza, se ame, pensamento positivo, fé e esperança sempre”, pontuou Lenísia

Doença de Parkinson, ou mal de Parkinson

O tratamento para a doença de Parkinson, ou mal de Parkinson, inclui o uso de medicamentos, prescritos pelo neurologista ou geriatra, que ajudam a diminuir os sintomas pois aumentam a dopamina e outros neurotransmissores no cérebro, que ficam reduzidos nas pessoas com esta doença. Em alguns casos, o médico pode também indicar o uso de ansiolíticos, antidepressivos ou antipsicóticos, por exemplo, de acordo com os sintomas apresentados pela pessoa.

Em casos em que não há melhora com o uso destes medicamentos, também é possível realizar um procedimento cirúrgico, chamado estimulação cerebral profunda, que pode regredir alguns sintomas, e diminuir a dose necessária dos medicamentos. Além disso, a prática de fisioterapia, terapia ocupacional e atividade física também são importantes para ajudar a melhorar a força e o equilíbrio, reforçando a autonomia.

O tratamento natural não substitui a terapia com medicamentos, podendo ser usado como complemento para ajudar a aliviar alguns sintomas do paciente com Parkinson.

Assim, é possível investir em alimentos ricos em vitamina E, consumindo óleos vegetais e frutas como abacate, além de vegetais e frutas, pois contêm propriedades antioxidantes neuroprotetoras. Já o chá das folhas de maracujá é uma boa forma de acalmar e relaxar a pessoa com Parkinson, nos momentos de ansiedade e agitação.

Um nutricionista poderá indicar como adequar a dieta, a fim de facilitar a alimentação e combater sintomas comuns como azia, prisão de ventre e falta de apetite. Assim, nos casos mais avançados, é recomendado optar por alimentos de fácil deglutição e que diminuem o risco de engasgo, como sopas espessas, batidas no liquidificador, vitaminas de frutas, purê e caldos, por exemplo, e a carne já deve estar cortada ou desfiada no prato para facilitar a mastigação.

Outra forma natural que pode ajudar a reduzir os sintomas relacionados com o Parkinson é a acupuntura, que é um tipo de tratamento alternativo e que promove o alívio dos sintomas dor no corpo, a rigidez e alguns sintomas relacionados a tristeza e depressão.

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