Pirenópolis em alerta para surto de Cinomose

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Diversos casos de Cinomose, uma doença infectocontagiosa, provocada pelo vírus CDV (Canine Distemper Vírus) ou Vírus da Cinomose Canina (VCC) também conhecido como Vírus da Esgana Canina, vem preocupando moradores de Pirenópolis. Somente na casa de uma protetora independente, onde residem 18 cães, estão todos contaminados e precisando de ajuda. “Dois cães estão em estado avançado de cinomose e os outros 16 também já apresentam sintomas da doença da tosse canina. A situação é desesperadora”, conta ela.

A doença foi confirmada em vários casos de animais que chegaram a morrer e aumentou repentinamente no município. Segundo informações, não existe um surto da doença, que não passa para humanos, mas os relatos de moradores é de que a infecção de cães tem aumentado a cada dia, vindo a preocupar ainda mais os moradores que tem os cães como animais de estimação.

Os sintomas da Cinomose em cães vai de vômito, apatia, corrimento nasal e perda de apetite a febre, falhas na coordenação motora, dificuldade de respirar e de locomoção e espasmos musculares. A doença acomete mais os animais em fase jovem, mas também pode afetar cães mais velhos, seja por falta de proteção através de vacinas ou por estar com o sistema imunológico debilitado.

Quem tiver animais com esses sintomas, deve não só levar ao veterinários para iniciar o tratamento imediatamente.

Cinomose – o que é, sintomas, tratamento e cura

É uma doença canina (veja outras doenças de cachorros aqui) viral e altamente contagiosa que pode levar à morte ou deixar graves sequelas nos cachorros que se curam dela. No entanto, conseguimos prevenir a cinomose e, assim, evitar que nossos cachorros sofram e a transmitam para outros animais. Mas antes de falarmos sobre prevenção, sintomas, tratamento e cura, vamos entender direitinho o que é cinomose.

O que é cinomose?

cinomose canina é uma doença infectocontagiosa que afeta cachorros causada por um vírus da família Paramyxovirus, do gênero Morbilivírus. Ela é altamente contagiosa e costuma acometer cães que ainda não terminaram o esquema vacinal (filhotes) ou que não costumam receber o reforço anual da vacina múltipla (V8, V10 ou V11).

Cinomose em gatos

O nome “cinomose” já nos diz muito sobre a doença, já que o prefixo “cino” sempre é referente aos cachorros. Sendo assim, seu caráter infeccioso se restringe apenas aos cães, ou seja, a cinomose não afeta os gatos.

Sintomas da cinomose

Cinomose

O vírus se replica nas células sanguíneas e sistema nervoso central do animal. Nos estágios iniciais da doença, um sintoma bastante comum é a diarreia, uma vez que o sistema digestório é, geralmente, o primeiro a ser atingido. Em um estágio um pouco mais avançado da doença, o sistema respiratório é acometido, sendo observadas secreções normalmente amareladas e densas saindo pelo nariz e região dos olhos.

Na fase mais tardia da doença, acontece o acometimento do sistema nervoso central, que é quando o animal passa a ter o andar desorientado e tremores musculares que podem evoluir para crises de convulsões.

Secreção ocular remela cinomose

Secreção ocular, um dos sintomas da cinomose.

Sintomas da cinomose

  • Apatia
  • Perda de apetite
  • Diarreia
  • Vômito
  • Febre
  • Secreções oculares (remela em grande quantidade)
  • Secreções nasais (pus)
  • Convulsões
  • Paralisias
  • Tiques nervosos
  • Falta de coordenação

No exame de sangue, é observada a diminuição da imunidade do animal devido à replicação do vírus no sistema linfático. Um cão infectado elimina o vírus pela urina, fezes e secreções (nasal e ocular) até 90 dias após a exposição ao vírus. Portanto é importante evitar seu contato com outros cachorros durante o período em que está doente.

Como a doença é transmitida?

O cachorro pode pegar cinomose, ou seja, ser contaminado pelo vírus, de diversas formas. Entre elas, pelo contato com secreções, urina e fezes infectadas pelos animais doentes. Além disso, casinha, cobertores e alimentos dos animais infectados também são fontes de infecção. Filhotes e idosos são mais susceptíveis às doenças infecto-contagiosas por terem o sistema imunológico um pouco menos ativo.

Vale lembrar que o contato não necessariamente precisa ser direto/ próximo. A infecção pode acontecer, por exemplo, quando passeamos com nosso pet em locais pelos quais passaram animais doentes que eliminaram o vírus na rua, em parques ou outros locais públicos.

Consultórios veterinários também requerem atenção. Se seu pet não possui o quadro de vacinas completo, não permita que ele tenha contato com outros cães, com o chão ou gaiolas que não foram higienizadas.

Qual o tratamento para a cinomose?

  • Não há medicamentos antivirais eficazes para combater a doença. No entanto, o tratamento consiste em tratar os sintomas causados nos diferentes sistemas acometidos:
  • Antibiótico e anti-pirético para as infecções secundárias no sistema digestório e respiratório, além de aliar expectorantes, bronco dilatadores e antieméticos.
  • Soro (fluidoterapia), para corrigir a desidratação causada pela diarreia.
  • Anticonvulsivante para as crises convulsivas devido ao acometimento do sistema nervoso.
  • Suplementos nutricionais e terapias alternativas, como a acupuntura, para melhorar a resposta imunológica do animal para combater o vírus também são utilizadas.

Sequelas

O animal que teve a doença evoluída ao estágio de acometimento do sistema nervoso pode ficar com tremores musculares, andar desordenado e/ou crises convulsivas por toda sua vida, mesmo não portando mais o vírus.

Neste caso, o animal sequelado terá de ter auxílio de sessões de fisioterapia e acupuntura para melhorar o quadro, além de fazer uso de anticonvulsivante em alguns casos.

Como prevenir a cinomose?

Basta realizar a vacinação anual do seu cachorro. A vacina para cinomose está dentro do pacote oferecido pelas vacinas V8 , V10 e V11. No caso de filhotes, devem receber três a quatro doses da vacina a partir de 45 dias de vida, com intervalo de 21 a 30 dias entre as aplicações. Apenas depois da última dose seu sistema imunológico estará apto a combater o vírus caso haja contato com ele, sendo liberados os passeios na coleira. *Com informações de Petlove

 

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