Em abril de 2020, existiam 80 casas para temporada cadastradas na Prefeitura de Pirenópolis. Atualmente, são mais de 650. Um crescimento de 800%

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Com a pandemia, moradores de Pirenópolis tem buscado alternativas para aumentar a renda. Inúmeras família tem oferecido seus imóveis, que antes eram alugados mensalmente, para alugueis por temporada. Sabe-se que a locação de curta duração destaca-se em cidades que têm a atividade econômica centrada no turismo. Nessas localidades, os imóveis para temporada cresceram assustadoramente. Segundo informação da Prefeitura Municipal de Pirenópolis, em abril de 2020, haviam 80 casas para temporada cadastradas, hoje, são mais de 650. Um crescimento de 800%.

Quem está em busca de aluguem mensal, fica meses à procura e quando acha, tem que se contentar com casas pequenas, mal localizadas e alugueis abusivos. “Estou procurando uma casa pequena já tem dois meses. Só estou achando quitinetes com os preços absurdos. Casas mensais não existem. Estou alugando um quarto numa pousada por enquanto, espero que depois do carnaval o cenário mude”, lamentou Sandra Cobelo.

Bairros que antes eram estritamente residenciais, como a Vila Matutina, Centro, e vários outros, estão abarrotados de casas para temporada. “Além de gerar um problema social com a falta de aluguel mensal, essa nova opção de renda, em muitos casos geram transtornos, como a perturbação do sossego que é uma reclamação constante entre os moradores locais, que fazem divisa com essas casas para  temporada”, frisou Madalena Freitas, contando que várias noites fica sem dormir por causa do barulho da casa ao lado da sua. “Os proprietários alugam e não se preocupam com os vizinhos. A maioria desses locatários de fim de semana, não estão nem aí com os vizinhos, colocam som alto dia e noite. Não têm respeito algum. Acho que os proprietários deveriam impor regras e não deixar correr frouxo assim. É lamentável”, ponderou.

Atualmente a Prefeitura Municipal de Pirenópolis exige o cadastramento destas residências para temporada. Não é simplesmente disponibilizar para alugar para temporada, não.

Para o cadastro, o proprietário do imóvel, deverá ir na prefeitura com documentos pessoais e do imóvel, para fazer um requerimento. Em seguida, os fiscais se deslocam para o local, classificando se são pequenos, médios ou grandes. Em cima desta classificação, existe uma tributação, variável em cima do tamanho do imóvel. O valor da taxa que será cobrada anualmente, está entre R$ 300 a R$ 450 para casas grandes, por exemplo (taxa de alvará + imposto mensal). Após o cadastro, é necessário também um certificado do Corpo de Bombeiros e dos profissionais da Secretaria da Saúde, feito isso, a pessoa pega o alvará e pode alugar sua casa para temporada. “Aqui encontra desde casebres até mansões de alto padrão. Se os fiscais, em suas rondas, certificarem de algum imóvel que está alugado para temporada sem cadastro, o proprietário será multado em R$ 1 mil”, revelou um dos fiscal que não quis se identificar.

Esse dado apresentado acima, mostra ainda que o público vem optando por esse novo método de aluguel mais simples e sem burocracias que, muitas vezes, oferece preços mais vantajosos do que em processos tradicionais realizados pela rede de hotelaria. O mercado para esse segmento vem conquistando não só o público que aprecia conhecer novos destinos, como também vem trazendo grandes ganhos econômicos  e isso é uma tendência mundial.

 

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