De acordo com informações, embora a decisão atinja o poder público, quem causou a discórdia foi a presidência da associação dos próprios feirantes, que decidiu que as atividades só poderiam começar a partir das 14h.
Os produtores contestam a medida e alegam que o horário imposto seria incompatível. Os alimentos comercializados são altamente perecíveis e sensíveis às altas temperaturas, o que compromete a qualidade dos produtos.
“A associação que devia defender os interesses dos Feirantes, no começo deste mês interpôs recurso contra a decisão que foi favorável aos associados”, informou o advogado do caso Luciano Siqueira de Sá.
Foi apurado, através de fontes no município, que o possível razão da mudança de horário favorece a venda de produtos do presidente da associação, em detrimento dos demais.
A redação também entrou em contato com a prefeitura de Pirenópolis em busca de um posicionamento sobre a situação, a qual respondeu que “não há proibição por parte da prefeitura”.
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