- Atividades atuais: A empresa canadense está realizando atividades de prospecção, como mapeamento de drenagens e amostragem de solo, para identificar áreas com maior potencial de ouro.
- Próximos passos: Após a conclusão dos estudos iniciais, caso os resultados sejam favoráveis, a próxima etapa será a perfuração exploratória para confirmar a viabilidade comercial da jazida.
- Contexto da região: O projeto busca retomar a vocação mineral histórica de Pirenópolis, que teve uma intensa corrida do ouro no século XVIII.
- Preocupações: A nova fase de exploração já levanta preocupações ambientais e sociais devido à proximidade do projeto com áreas sensíveis, como o Rio Dois Irmãos, e ao potencial impacto no turismo local.
- Aquisição do Projeto: A Rover adquiriu o “Projeto Pirenópolis”, que envolve a exploração de ouro.
- Preocupação Ambiental: A notícia da aquisição causou “preocupação crescente” entre moradores e autoridades locais, devido ao histórico de sensibilidade ambiental da região e aos possíveis impactos da mineração.
- Processo de Licenciamento: O processo de licenciamento ambiental para atividades de mineração no Brasil é complexo e exige estudos técnicos detalhados, como o Estudo de Impacto Ambiental e Relatório de Impacto Ambiental (EIA/RIMA) para empreendimentos de grande porte.
- Órgãos Responsáveis: O licenciamento ambiental em Goiás é de responsabilidade da Secretaria de Estado de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável (SEMAD-GO) e, em nível federal, da Agência Nacional de Mineração (ANM).
- Informações Atuais: As fontes de pesquisa indicam a aquisição recente do projeto (julho/agosto de 2025) e a discussão sobre os impactos, mas não especificam o status exato das licenças ambientais para a fase de operação ou se já foram emitidas as licenças prévia (LP), de instalação (LI) ou de operação (LO) para a Rover. A obtenção de licenças ambientais é um processo contínuo que envolve várias etapas e aprovaçõe
Projeto Aurífero de Pirenópolis
A Rover Critical Minerals, listada na TSX, anunciou a conclusão da aquisição integral do Projeto Aurífero de Pirenópolis, cumprindo todas as obrigações com a Solaris Geologia e Pesquisa Mineral Ltda. O optante original mantém royalty de 2% NSR sobre produção futura, com direito da Rover de adquirir 50% deste royalty por US$ 1 milhão. A empresa pagará royalties antecipados de US$ 120 mil após anunciar recurso mineral e US$ 250 mil ao solicitar licença de mineração.
Localizado em Goiás, o projeto abrange duas bacias hidrográficas paralelas com anomalias auríferas significativas num raio de 25 km da cidade de Pirenópolis, fundada durante corrida do ouro do final do século XVIII.
A região integra o mesmo cinturão geológico da mina Paracatu, da Kinross Gold, maior operação global da empresa. Amostras de sedimentos de corrente apresentaram teores de 4,8 ppm e 2,4 ppm de ouro, enquanto material de veio de quartzo atingiu 0,8 g/t Au.
A exploração continuará com amostragem de correntes para localizar fonte primária do ouro, seguida por amostragem sistemática de solo, prospecção e levantamento geofísico direcionado. Resultados positivos podem levar a programa de perfuração.
“Cumpridas as obrigações de compra, estamos animados para prosseguir com a próxima fase de exploração nesta antiga área de corrida do ouro, utilizando métodos modernos com objetivo de repetir sucesso similar ao Paracatu”, declarou Nasim Tyab, CEO da Rover.
A propriedade possui excelente infraestrutura, com acesso por veículos leves e conexão à rede elétrica, em região de pecuária com pedreiras de quartzito próximas.
