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Projeto de mineração de ouro em Pirenópolis já está na fase de prospecção. Entenda:

Uma mineradora canadense chamada Rover Critical Minerals adquiriu recentemente o direito de explorar ouro em Pirenópolis. No entanto, as notícias mais recentes, indicam que a empresa adquiriu os direitos do projeto e causou alerta ambiental e institucional.
Os relatórios disponíveis focam na aquisição dos direitos e na preocupação crescente com a mineração na região, que é histórica, mas também uma área de preservação ambiental e patrimônio cultural. A aquisição pela Rover Critical Minerals foi noticiada no final de julho e início de agosto de 2025 e segundo ambientalistas locais,
 o projeto de mineração de ouro em Pirenópolis, adquirido pela Rover Critical Minerals, já está na fase de prospecção. Esta fase inicial envolve o mapeamento detalhado, amostragem de solo e prospecção geoquímica e geofísica para confirmar a viabilidade da jazida. Se os resultados forem positivos, um programa de perfuração será planejado para a próxima etapa. 
Situação das Licenças Ambientais

Projeto Aurífero de Pirenópolis

A Rover Critical Minerals, listada na TSX, anunciou a conclusão da aquisição integral do Projeto Aurífero de Pirenópolis, cumprindo todas as obrigações com a Solaris Geologia e Pesquisa Mineral Ltda. O optante original mantém royalty de 2% NSR sobre produção futura, com direito da Rover de adquirir 50% deste royalty por US$ 1 milhão. A empresa pagará royalties antecipados de US$ 120 mil após anunciar recurso mineral e US$ 250 mil ao solicitar licença de mineração.

Localizado em Goiás, o projeto abrange duas bacias hidrográficas paralelas com anomalias auríferas significativas num raio de 25 km da cidade de Pirenópolis, fundada durante corrida do ouro do final do século XVIII.

A região integra o mesmo cinturão geológico da mina Paracatu, da Kinross Gold, maior operação global da empresa. Amostras de sedimentos de corrente apresentaram teores de 4,8 ppm e 2,4 ppm de ouro, enquanto material de veio de quartzo atingiu 0,8 g/t Au.

A exploração continuará com amostragem de correntes para localizar fonte primária do ouro, seguida por amostragem sistemática de solo, prospecção e levantamento geofísico direcionado. Resultados positivos podem levar a programa de perfuração.

“Cumpridas as obrigações de compra, estamos animados para prosseguir com a próxima fase de exploração nesta antiga área de corrida do ouro, utilizando métodos modernos com objetivo de repetir sucesso similar ao Paracatu”, declarou Nasim Tyab, CEO da Rover.

A propriedade possui excelente infraestrutura, com acesso por veículos leves e conexão à rede elétrica, em região de pecuária com pedreiras de quartzito próximas.

 

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