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Para este ano de 2023, a Festa da Capela do Rio do Peixe terá uma estrutura toda readaptada para acolher os romeiros. A Diocese através da Paróquia de Santa Bárbara, estão realizando mega estrutura com muitas benfeitorias

Faltam poucos dias para a Festa da Capela 2023 – Festejo em Louvor a Senhora Sant’Ana, no povoado da Capela do Rio do Peixe acontece entre os dias 17 e 26 de Julho e muitos são os preparativos para receber todos os devotos.

Este ano, os fiéis irão se surpreender com a mega estrutura que está sendo realizada nos acampamentos. A Diocese e a Paróquia de Santa Bárbara, juntamente com o Bispo Dom João Wilker e o Pároco João Paulo Silva, estão fazendo novas melhorias na Capela de Sant’Ana para melhor atender os romeiros. Oferecendo mais segurança, conforto e comodidade, com banheiros, instalação de postes de energia elétrica, poço artesiano, colocação de uma caixa d’água de 10 mil litros, entre outras.

Tudo que está sendo feito, é pensando nos romeiros que terão os benefícios em cada lote de acampamento, para que eles tenham mais conforto e segurança com muito carinho e dedicação. São 10 dias intensos de muita devoção à Sant’Ana.

Para este ano de 2023, a Festa da Capela do Rio do Peixe terá uma estrutura toda readaptada para acolher o romeiro, que reúne centenas de visitantes em busca de fé, devoção. Considerado um dos eventos mais esperados pelos moradores de Pirenópolis.

Durante o evento são vários acontecimentos que atraem os visitantes como missas, procissões, leilões, queima de fogos, levantamento de mastro, queima de fogueiras, barraquinhas, os animados acampamentos e o ranchão.

Padre João Paulo Silva

Maquete de como ficarão os acampamentos

A historiadora pirenopolina Tereza Caroline Lôbo defendeu sua tese de mestrado com o título: Capela do Rio do Peixe em Pirenópolis/Goiás: lugar de festa que está disponível na BDTD – Biblioteca Digital de Teses e Disertações. Nela, Tereza Caroline explica essa tradição secular veja o resumo do trabalho da historiadora:

O festejo em louvor a Nossa Senhora Sant’Ana, o qual ocorre desde a metade do século XVIII, em julho, no povoado da Capela do Rio do Peixe em Pirenópolis/GO, constitui-se fenômeno próprio da comunidade que o vivencia, implicando um processo que envolve ação e produção de um lugar nitidamente balizado por momentos partilhados e solidários. Esse “lugar de encontros” está atrelado ao espaço e à paisagem, sendo estes partes imprescindíveis na constituição das identidades e nas manifestações do lugar. Propõe-se, neste trabalho, uma investigação que destaque, por via dos símbolos e rituais presentes na festa-lugar, os significados de tal fenômeno festivo. A pesquisa visa ressaltar que, mais do que uma antiga tradição religioso-festiva resistente às transformações e conflitos, a festa revela-se como um fenômeno fundado num intenso processo autogerativo, posto que a festa original desapareceu e transcendeu o aspecto religioso, aduzindo agora usos e significados diversos. Dessa forma, buscaram-se as respostas possíveis para o problema proposto nesta pesquisa: de que modo os conflitos originados do encontro de várias trajetórias durante o momento da festa apresentam-se na atualidade e orientam os sentidos de lugar dados por eles (os participantes) à festa de Nossa Senhora Sant’Ana na Capela do Rio do Peixe em Pirenópolis/GO? Ao realizar a pesquisa no tempo atual (2007 a 2010) e viver com/no seu espaço de ocorrência, dispomo-nos a apresentar mais do que um mundo exterior em importância e poderes que fornecem um simples ambiente da ação humana, mas sim um mundo interior, dos sentimentos e desejos que impressionam pela complexidade de sua realidade.

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