Conheça os filmes e as categorias das produções brasileiras pré-indicadas ao Oscar 2026

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A Academia de Artes e Ciências Cinematográficas divulgou, na semana passada, a pré-lista de indicados ao Oscar 2026, com a presença de quatro produções brasileiras, entre elas O Agente Secreto, novo longa de Kleber Mendonça Filho (Retratos Fantasmas), estrelado por Wagner Moura (Ladrões de Drogas), nas categorias de Melhor Filme Internacional e Melhor Direção de Elenco. Além dele, Amarela, Apocalipse nos Trópicos e Yanuni também figuraram entre os brasileiros selecionados.

Agora, os filmes pré-indicados seguem para a próxima etapa de votação. A lista oficial com os cinco nomeados será divulgada apenas em 22 de janeiro, junto com as indicações às principais categorias, incluindo Melhor Filme, Melhor Ator e Melhor Direção, que podem contar com a presença de O Agente Secreto, principal candidato do Brasil à premiação. Conheça os filmes e as categorias em que eles foram pré-selecionados a seguir:

1. O Agente Secreto: Melhor Filme Internacional e Melhor Direção de Elenco

Em O Agente SecretoMarcelo (Wagner MouraGuerra Civil) é um professor universitário que, procurado por atividades subversivas, foge para Recife. No entanto, ao chegar na cidade, onde acredita que está seguro até conseguir fugir do país com o filho pequeno, ele descobre que está jurado de morte por um antigo desafeto.

2. Apocalipse nos Trópicos: Melhor Documentário

 

Narrado sob a perspectiva da cineasta Petra Costa (Democracia em Vertigem), Apocalipse nos Trópicos parte de uma investigação profunda para analisar o crescimento da fé evangélica no Brasil e seus impactos no contexto político e social nos últimos dez anos, com destaque para a participação de líderes evangélicos nas decisões políticas do país.

Em Apocalipse nos TrópicosPetra Costa investiga o aumento da participação de líderes evangélicos nas decisões políticas do país. Com acesso exclusivo a figuras emblemáticas como o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, o ex-presidente Jair Bolsonaro, e o famoso televangelista Silas Malafaia, a cineasta investiga o papel profundo que o movimento evangélico desempenhou na recente turbulência política do Brasil.

3. Amarela: Melhor Curta-metragem

 

 

O curta Amarela, do diretor e roteirista André Hayato Saito, acompanha Erika Oguihara, uma adolescente nipo-brasileira que rejeita as tradições de sua família japonesa, e torce pela seleção brasileira no jogo contra a França da final da Copa do Mundo de 1998. Ela, porém, sofre uma violência que parece invisível e mergulha em um doloroso mar de emoções.

Produzido por uma equipe majoritariamente brasileira com ascendência asiática, Amarela faz parte de uma trilogia do diretor e roteirista André Hayato Saito com a produtora MyMama Entertainment. Os outros filmes são Kokoro to Kokoro – De Coração a Coração (2022) e Vento Dourado (2023).

4. Yanuni: Melhor Documentário

Produzido pela cacica Juma Xipaia e por Leonardo DiCaprio, com direção de Richard Ladkani (Perseguição em Alto Mar e O Extermínio do Marfim), Yanuni, já acumula prêmios em festivais internacionais e tem se consolidado como um dos títulos mais premiados do cinema ambiental esse ano.

O documentário acompanha a trajetória de Juma Xipaia, cacica da aldeia Kaarimã, na Terra Indigena Xipaya, no município de Altamira (PA), que, ao lado do seu marido, Hugo Loss, agente ambiental e então coordenador de operações de fiscalização do Ibama (Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis), luta contra o avanço da mineração e do garimpo, em defesa dos territórios indígenas, povos e comunidades da Amazônia. Em meio a constantes ameaças, ela ainda vive uma maternidade, expondo-se aos conflitos, mesmo a custo pessoal.

5. Adolpho Veloso: Melhor Fotografia

Além dos filmes citados, outro brasileiro apareceu entre os pré-indicados ao Oscar 2026Adolpho Veloso, brasileiro responsável pela fotografia de Sonhos de Trem, foi pré-selecionado pela Academia de Artes e Ciências Cinematográficas à categoria de Melhor Direção de Fotografia. Com a indicação, ele se torna o primeiro nascido no Brasil a disputar uma vaga na competição. Vale lembrar que, em 2004, o longa brasileiro Cidade de Deus disputou a categoria, mas o responsável pelo trabalho foi César Charlone, uruguaio radicado no Brasil.

Fonte: rollingstone.com.br

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