Hoje, dia 7 de abril, é comemorado o Dia do Jornalista. Aqui contamos um pouco da história da imprensa goiana e também do jornalista e historiador pirenopolino, Irnaldo Jayme, brutalmente assassinado em 02 de julho de 1976, dentro do Teatro de Pirenópolis

0
23
O Dia do Jornalista é celebrado anualmente no Brasil hoje, em 7 de abrilA data é uma homenagem aos profissionais dedicados à busca pela verdade, ética e ao fortalecimento da democracia por meio da informação.
Por que 7 de abril?
A escolha desta data possui dois marcos históricos importantes para o jornalismo brasileiro:
  • Homenagem a Libero Badaró: Médico e jornalista assassinado em 1830 por opositores políticos. Sua morte gerou um movimento popular que culminou na abdicação de D. Pedro I em 7 de abril de 1831.
  • Fundação da ABI: Em 7 de abril de 1908, Gustavo de Lacerda fundou a Associação Brasileira de Imprensa (ABI), entidade que completa 118 anos em 2026 e atua na defesa dos direitos dos jornalistas e da liberdade de expressão.

Você sabia que o primeiro jornal do Centro Oeste foi fundado em Pirenópolis?

O Matutina Meiapontense, fundado em 5 de março de 1830 em Meia Ponte (atual Pirenópolis), foi o primeiro jornal do Centro-Oeste e o primeiro fora de uma capital brasileira, tornando a cidade o “Berço da Imprensa Goiana”. Criado pelo Comendador Joaquim Alves de Oliveira, circulou até 1834, defendendo ideais liberais e registrando a vida social e política da época.Principais Aspectos da Matutina Meiapontense:

  • Fundação e Período: Iniciado em 5 de março de 1830, o jornal teve 526 edições publicadas até 24 de maio de 1834.
  • Fundador e Redator: Fundado pelo Comendador Joaquim Alves de Oliveira, com o Padre Luiz Gonzaga de Camargo Fleury como um dos principais redatores.
  • Importância Regional: Serviu como diário oficial não apenas para a província de Goiás, mas também para a de Mato Grosso.
  • Conteúdo: Publicava notícias locais, atos do governo, anúncios, sátiras e cartas de leitores, refletindo a sociedade da época.
  • Contexto Histórico: Surgiu em um período de baixíssima alfabetização, representando um marco de modernidade e liberdade de expressão, muitas vezes criticando o governo imperial.

A criação deste jornal impulsionou a cidade de Pirenópolis (então Meia Ponte) como um centro intelectual e comercial importante na província no início do século XIX, antes do declínio da mineração e da transferência do foco político. O acervo do jornal é considerado uma fonte inestimável para pesquisadores da história goiana.                                Nossa homenagem também vai pro jornalista e historiador Irnaldo Jayme (19.11.1950 – 02.07.1976)                       De acordo com dados biográficos da Academia Pirenopolina de Letras, Artes e Música (APLAM), Irnaldo Jayme nasceu em 19 de novembro de 1950 e faleceu precocemente em 2 de julho de 1976, aos 25 anos. Embora sua morte tenha ocorrido durante o período da Ditadura Militar, ele não é listado em relatórios oficiais de jornalistas perseguidos ou desaparecidos políticos da época em Goiás

Irnaldo Jayme foi jornalista, escritor e historiador.
Filho de Agnaldo Jayme e Irene e Oliveira Jayme, herdou de seus antepassados aquela intelectualidade que é própria dos pirenopolinos. Bom escritor, interessou-se logo pela história de sua terra e assim compôs um livro que é referência bibliográfica para quem deseja estudar a história goiana: “O furacão histórico”.
O jornalismo o encantava, e nessa atuação, em 1965 fundou o jornal O Combate; em 1976, O Mensageiro. Além disso, escreveu para vários jornais de alcance nacional, como Correio Braziliense, O Popular e Diário de Notícia.
Foi membro da Associação Goiana de Imprensa e da União Brasileira de Escritores (Goiás).
No cinema, atuou como assistente de produção no filme “Leão do Norte”, dirigido por Carlos del Pino. Na música, compôs a letra do Hino Oficial de Goianésia, com música de Max Melazo.
Foi brutalmente assassinado em 02 de julho de 1976, dentro do prédio do Teatro de Pirenópolis, onde à época havia um bar, e essa tragédia pôs fim à sua brilhante carreira, em prejuízo da cultura goiana.
Publicou o livro: O furacão histórico, Anápolis: Editora Cristã Evangélica, 1969.
Embora tenha sido um intelectual de grande atuação, seu nome não é mais lembrado pelos pirenopolinos mais jovens, o que mostra a necessidade de levantamento de toda sua obra, para novas publicações.

Foi homenageado com o nome de uma rua no Jardim Boa Vista, em sua terra natal. É Patrono da Cadeira n° XXIII da Academia Pirenopolina de Letras, Artes e Música.     Parceiro;

O Dia do Jornalista é celebrado anualmente no Brasil hoje, em 7 de abrilA data é uma homenagem aos profissionais dedicados à busca pela verdade, ética e ao fortalecimento da democracia por meio da informação.
Por que 7 de abril?
A escolha desta data possui dois marcos históricos importantes para o jornalismo brasileiro:
  • Homenagem a Libero Badaró: Médico e jornalista assassinado em 1830 por opositores políticos. Sua morte gerou um movimento popular que culminou na abdicação de D. Pedro I em 7 de abril de 1831.
  • Fundação da ABI: Em 7 de abril de 1908, Gustavo de Lacerda fundou a Associação Brasileira de Imprensa (ABI), entidade que completa 118 anos em 2026 e atua na defesa dos direitos dos jornalistas e da liberdade de expressão.

Voce sabia que o primeiro jornal do Centro Oeste foi fundado em pirenópolis?

O Matutina Meiapontense, fundado em 5 de março de 1830 em Meia Ponte (atual Pirenópolis), foi o primeiro jornal do Centro-Oeste e o primeiro fora de uma capital brasileira, tornando a cidade o “Berço da Imprensa Goiana”. Criado pelo Comendador Joaquim Alves de Oliveira, circulou até 1834, defendendo ideais liberais e registrando a vida social e política da época.Principais Aspectos da Matutina Meiapontense:

  • Fundação e Período: Iniciado em 5 de março de 1830, o jornal teve 526 edições publicadas até 24 de maio de 1834.
  • Fundador e Redator: Fundado pelo Comendador Joaquim Alves de Oliveira, com o Padre Luiz Gonzaga de Camargo Fleury como um dos principais redatores.
  • Importância Regional: Serviu como diário oficial não apenas para a província de Goiás, mas também para a de Mato Grosso.
  • Conteúdo: Publicava notícias locais, atos do governo, anúncios, sátiras e cartas de leitores, refletindo a sociedade da época.
  • Contexto Histórico: Surgiu em um período de baixíssima alfabetização, representando um marco de modernidade e liberdade de expressão, muitas vezes criticando o governo imperial.

A criação deste jornal impulsionou a cidade de Pirenópolis (então Meia Ponte) como um centro intelectual e comercial importante na província no início do século XIX, antes do declínio da mineração e da transferência do foco político. O acervo do jornal é considerado uma fonte inestimável para pesquisadores da história goiana.                                Nossa homenagem também vai pro jornalista e historiador Irnaldo Jayme (19.11.1950 – 02.07.1976)                       De acordo com dados biográficos da Academia Pirenopolina de Letras, Artes e Música (APLAM), Irnaldo Jayme nasceu em 19 de novembro de 1950 e faleceu precocemente em 2 de julho de 1976, aos 25 anos. Embora sua morte tenha ocorrido durante o período da Ditadura Militar, ele não é listado em relatórios oficiais de jornalistas perseguidos ou desaparecidos políticos da época em Goiás

Irnaldo Jayme foi jornalista, escritor e historiador.
Filho de Agnaldo Jayme e Irene e Oliveira Jayme, herdou de seus antepassados aquela intelectualidade que é própria dos pirenopolinos. Bom escritor, interessou-se logo pela história de sua terra e assim compôs um livro que é referência bibliográfica para quem deseja estudar a história goiana: “O furacão histórico”.
O jornalismo o encantava, e nessa atuação, em 1965 fundou o jornal O Combate; em 1976, O Mensageiro. Além disso, escreveu para vários jornais de alcance nacional, como Correio Braziliense, O Popular e Diário de Notícia.
Foi membro da Associação Goiana de Imprensa e da União Brasileira de Escritores (Goiás).
No cinema, atuou como assistente de produção no filme “Leão do Norte”, dirigido por Carlos del Pino. Na música, compôs a letra do Hino Oficial de Goianésia, com música de Max Melazo.
Foi brutalmente assassinado em 02 de julho de 1976, dentro do prédio do Teatro de Pirenópolis, onde à época havia um bar, e essa tragédia pôs fim à sua brilhante carreira, em prejuízo da cultura goiana.
Publicou o livro: O furacão histórico, Anápolis: Editora Cristã Evangélica, 1969.
Embora tenha sido um intelectual de grande atuação, seu nome não é mais lembrado pelos pirenopolinos mais jovens, o que mostra a necessidade de levantamento de toda sua obra, para novas publicações.
Foi homenageado com o nome de uma rua no Jardim Boa Vista, em sua terra natal. É Patrono da Cadeira n° XXIII da Academia Pirenopolina de Letras, Artes e Música.              Parceiro;Abrir fotoDrogɑriɑ Do Mɑrcelinho
Localizações e Contatos
Unidade 1 (Setor Central)
Endereço: Avenida Benjamin Constant, nº 20 (ou nº 46, conforme registros locais atualizados).
Telefones: (62) 99613-5724 e (62) 99165-5906.
Unidade 2 (Nova Sede)
Endereço: Avenida Prefeito Sizenando Jaime, nº 2.
Telefone/WhatsApp: +55 (62) 99345-1305 ou (62) 98114-7278                                                                               *Obs* A publicidade anexada à matéria, nada tem a ver com o conteúdo. Não se trata de matéria paga, é só uma forma de deixar em evidência os parceiros do site nas redes sociais. Venha ser parceiro do Pirenópolis Online.

DEIXE UMA RESPOSTA

Please enter your comment!
Please enter your name here