- Vestígios pré-colonial: Em um dos sítios, foram identificados fragmentos de cerâmica, ferramentas e marcas no solo, que provavelmente datam dos séculos XIV e XV, indicando a presença de populações indígenas agricultoras-ceramistas na área.
- Vestígios coloniais: No segundo sítio, foi encontrada a estrutura completa de uma cava de ouro, com canais e outras estruturas em rocha, relacionada à atividade de mineração do período colonial.
Segundo moradores, a arqueóloga de tecnologia da Construtora Caiapó. O que foi encontrado foram cacos, elementos dispersos que não tem características para tombamento de sítio arqueológico. “Segundo a arqueóloga, o empreendimento está obrigado a ter um acompanhamento arqueológico em toda obra que ocorrer dentro do condomínio, mesmo as particulares. O outro sítio, são as ruínas de garimpo na beira do rio. Estas serão protegidas pelo empreendimento”, disse o ambientalista, completando: “Existem muito achados de cerâmica na região, mas os fazendeiros por medo de perder a terra ou serem impedidos de usá-la, não relatam estas descobertas, Isso é ruim pois perdemos a dimensão da ocupação indígena na região, que, com certeza, foi muito mais alta do que relatam os livros de história. A historiografia brasileira, especialmente a goiana, sempre tentou esconder o genocídio indígena que ocorreu em Goiás. Goiás era densamente povoado por indígenas”, revelou.
















