Café extra-forte é o lixo da indústria: os piores grãos, os mais queimados, misturados com casca e pedaços de pau, que, para não serem jogados fora, são vendidos

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Ao pesquisar fotos de café extra-forte na internet, é fácil entender que parte dos brasileiros está tomando um “chá de lixo”, acreditando que é café. Especialistas e análises indicam que cafés “extra-fortes” e tradicionais de baixa qualidade podem conter grãos defeituosos (pretos, ardidos, mofados), cascas, paus e pedras. A torra intensa carboniza esses resíduos para disfarçar o sabor, resultando em um produto de baixa qualidade que pode causar riscos à saúde. 

Principais pontos sobre o café extra-forte:
  • Composição: O café extra-forte frequentemente utiliza o resíduo da limpeza de armazéns (pau, pedras, sujeira) para compor o produto, disfarçando com uma torra muito escura.
  • Riscos à saúde: O consumo pode causar dores de cabeça, dores de barriga e, a longo prazo, problemas maiores devido à alta quantidade de impurezas e carvão.
  • Contaminação: Análises frequentemente encontram matérias estranhas (pedras, areia, cascas) acima do limite permitido pela legislação.
  • Alternativa: Cafés de melhor qualidade (gourmet, especial) utilizam torra média, preservando o sabor e a saúde. 
Em 2025, várias marcas de café foram retiradas de circulação pela Anvisa e pelo Ministério da Agricultura por conterem impurezas acima do limite.
Parceiro:

Telefone: (62) 3331-3556.
Endereço: Av. São Paulo – Centro, em frente ao cemitério.
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