Onça-parda tem atacado animais, como cães, galinhas e gado, em fazendas na zona rural de Pirenópolis

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Notícias recentes, indicam que uma onça-parda tem atacado animais, como cães, galinhas e gado, numa fazenda na zona rural de Pirenópolis (GO), causando medo e alarme entre os moradores da região. A situação é agravada pela presença de pegadas e marcas deixadas pelo felino, o que sugere que ele pode ter filhotes na área. 

Detalhes da situação:
  • Ações do felino:
    A onça-parda tem atacado animais de pequeno porte, como galinhas e cães, e também tem visado gado, deixando rastros e pegadas na propriedade rural. 

  • Impacto na comunidade:
    A presença do animal tem gerado pânico e medo entre os moradores, que estão preocupados com a segurança de seus animais e da própria comunidade. 

  • A presença de filhotes:
    Acredita-se que a onça possa estar acompanhada de filhotes, o que intensifica a preocupação e o temor na região.
  • O que está sendo feito:
    As autoridades locais, biólogos e pesquisadores, estão realizando monitoramento na área para entender o comportamento do felino e mitigar os riscos, como visto em casos anteriores em outras propriedade

O lugar é conhecido como “mata das onças” e um dos fazendeiros que possue propriedade no local, perdeu alguns animas e disse que uma onça-parda tem causado pânico entre os moradores após uma série de ataques a animais. Segundo relatos, a onça já atacou cães, galinhas e gados, deixando marcas e pegadas na região. A presença do felino, possivelmente com filhotes, intensifica o medo e a vigilância dos habitantes, que buscam medidas para proteger suas criações.

Não há uma formação geográfica chamada “Serra das Onças” no Parque Estadual dos Pireneuso termo pode estar relacionado à presença de onças-pintadas na região, confirmada por projeto de monitoramento, ou a um local chamado “Mata da Onça” dentro de uma trilha específica na serra. 
A presença de onças-pintadas na região de Pirenópolis e na Serra dos Pireneus é real e indica um ambiente saudável. 

O Monitoramento está sendo feito pelo projeto Bicho dos Pireneus, que utiliza câmeras em diversas áreas da Serra dos Pireneus para registrar a vida selvagem e entender a importância da preservação desses ambientes para a sobrevivência dos predadores de topo. 

 

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