Tá rolando: Semad e UFG lançam concurso de fotografia sobre ipês de Goiás

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A Secretaria de Estado de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável de Goiás (Semad-GO) em parceria com a Universidade Federal de Goiás (UFG), por meio do Laboratório de Sensoriamento Remoto e Geoprocessamento (Lapig) e da Secretaria de Comunicação (Secom-UFG), lançam o Concurso Fotográfico “Remanescer”. As inscrições seguem abertas até 3 de outubro. As fotografias selecionadas serão exibidas em uma exposição, acompanhada da premiação dos vencedores.

A iniciativa busca aproximar a comunidade acadêmica, a sociedade goiana e instituições parceiras da temática da biodiversidade, destacando as áreas remanescentes de Cerrado e o patrimônio natural do estado. O concurso valoriza a flora nativa, amplia a visibilidade do bioma e estimula o engajamento ambiental por meio da arte e da fotografia. Aberto ao público em geral, convida fotógrafos amadores e profissionais, pesquisadores, estudantes e todos os apaixonados pela natureza a participarem.

As inscrições estão abertas, com prazo final para o envio das fotografias no dia 03 de outubro. Os interessados deverão se inscrever por meio do site oficial do Lapig (lapig.iesa.ufg.br), onde também estará disponível o regulamento completo.

O material fotográfico gerado a partir do concurso será utilizado em uma exposição física e digital, com abertura prevista para o dia 26 de novembro, durante o Seminário de apresentação das Bacias do Rio dos Bois, Meia Ponte, Tocantins e Paranã, mapeadas pelo Atlas dos Remanescentes de Vegetação do Estado de Goiás. No mesmo dia serão revelados os ganhadores do concurso, com direito à premiação.

Sobre o Atlas

O “Atlas dos Remanescentes de Vegetação do Estado de Goiás” nasce de uma iniciativa idealizada e inteiramente financiada pela Secretaria de Estado de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável (Semad), e viabilizada por meio de um convênio firmado com a Universidade Federal de Goiás (UFG), em parceria com a Fundação de Apoio à Pesquisa (Funape) junto ao Laboratório de Sensoriamento Remoto e Geoprocessamento (Lapig), do Instituto de Estudos Socioambientais (Iesa).

O projeto é responsável pelo mapeamento através de imagens captadas por satélites das áreas do estado que ainda contém parte da vegetação natural do Cerrado, um dos biomas que mais sofreram com o desmatamento no Brasil. O seu diferencial no registro dessas imagens, com resolução espacial de 2 a 20 metros, tais como as obtidas pelos satélites WPM/CBERS 4A e Sentinel 2, garantindo maior riqueza de detalhes e precisão para análise.

 

Parceiro:

 

Telefone: (62) 3331-3556.
Endereço: Av. São Paulo – Centro, em frente ao cemitério.
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