É crescente os golpes dados através de perfis falsos de pousadas em Pirenópolis, desta vez uma turista relata que caiu no golpe após fazer reserva num deles. Veja aqui se proteger:

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Postagens alertando sobre os perfis falsos

Com o reaquecimento do setor do turismo após o avanço da vacinação, aumentaram as viagens e consequentemente os golpes na internet. Divulgando mega ofertas, promoções e sorteios, perfis falsos de pousadas e restaurantes de Pirenópolis estão sendo criados e infelizmente, atraem centenas de turistas.

É assustador a quantidade de perfis falsos nas redes sociais, seguidos de Alertas de Perigo dos estabelecimentos avisando sobre as clonagens. Aqui em Pirenópolis, isso está gerando um grande problema, pois a todo momento, podemos observar reclamações de pessoas que caíram em golpes do perfil fake.

Na maioria dos casos, criminosos reproduzem páginas oficiais dos hotéis e entram em contato com os seguidores do perfil oferecendo promoções e sorteio de diárias. Em troca, eles pedem os dados pessoais de cada um e tentam clonar o número de WhatsApp do futuro viajante. Em outros casos, disponibilizam links com vírus capazes de roubar senhas e dados dos usuários.

Por exemplo, há vários meses as Pousada Villa do Comendador e Pousada Cavalhadas estão compartilhando avisos de que seus perfis foram clonados no Instagram(veja na foto acima), mas mesmo assim, alguns turistas não conseguem evitar o transtorno.

Esta semana, uma mulher de 39 anos foi vítima de um golpe ao tentar fazer reserva em pousada de luxo. Ela conta ter perdido um total de R$ 710,00 com a reserva falsa.

Em registro à Polícia Civil, a mulher contou ter entrado em um perfil de rede social que se identificava como o oficial da pousada Villa do Comendador. Ao iniciar a conversa com um suposto funcionário, ela realizou uma transferência com o valor solicitado. “Depois que fiz o Pix, ele já me bloqueou, aí vi que era golpe”, conta a mulher.

A pousada e a administração informaram que lamenta todos os casos de golpe, além de oferecer orientação aos clientes que caem em promoções falsas. Geovani Ribeiro dirige a Villa do Comendador e outras quatro pousadas em Pirenópolis e conta que todos os cinco estabelecimentos vêm sendo alvo de golpe através das redes sociais. “Esta situação é complicada também para a empresa, que trabalha corretamente e se vê dentro de uma situação que não pode controlar”, afirma Geovani.

O diretor executivo ainda conta que, nessas situações, os clientes acabam sendo atraídos por promoções desproporcionais por meio de perfis falsos e caem nos golpes.

Turista é vitima de golpe ao realizar reserva em perfil falso que se passou por pousada de luxo em Goiás — Foto: Reprodução/Redes Sociais

Foto: Reprodução/Redes Sociais

“Os clientes são conduzidos a vantagens, promoções, e quando descobre que cai em um golpe, ele vai nos sites oficiais. Deixamos explícito em nosso perfil que não usamos WhatsApp para fazer reservas, que não fazemos sorteios e que denunciem o Instagram falso”, pontua.

Geovani ainda conta que o Grupo Villa Hotéis já registrou diversos boletins de ocorrência em prol da investigação desse tipo de crime.

Golpe

A mulher ainda conta que o desejo era fazer uma reserva para segunda-feira (8), com a intenção de comemorar a finalização do mestrado. “Minha defesa do mestrado é na segunda-feira e eu iria dormir na pousada de segunda para terça”, contou.

Ao perceber poderia ter caído em um golpe, a mulher buscou o contato oficial da pousada na internet. Ao conversar com a administração, foi informada que não havia nenhuma reserva em seu nome e que realmente tinha caído em um golpe. “Eles [da pousada] disseram que estão aplicando esse golpe em várias pessoas”, relata a mulher.

O caso é investigado pela Polícia Civil, por meio da Delegacia de Uruana, município em que a turista mora.

Como se proteger?

Os dois golpes mais praticados na internet atualmente são o de ofertas de produtos e serviços inexistentes e o contato direto com parentes e amigos da vítima solicitando dinheiro via Pix, de acordo com especialistas.

Arthur Igreja, especialista em Tecnologia e Segurança Digital, recomenda que os internautas não tenham pressa ao fechar negócios e se certifiquem, por meio de outros canais de comunicação, que as informações publicadas são verdadeiras. “É aquela velha dica: consulte o canal oficial do estabelecimento, ligue, desconfie de perfil com comentário desabilitado e tome cuidado com links enviados”, diz. Igreja explica que repassar dados pessoais pode abrir brecha para que golpistas obtenham senhas e abordem parentes e amigos da vítima para a prática de estelionato.

Em caso de golpe, o usuário deve registrar o caso na delegacia, para que as autoridades entendam como os golpistas estão agindo, além de tentar identificá-los. Para as empresas, o especialista em marketing digital Lemuel Gonçalves recomenda usar mais de uma plataforma. “Aconselho as pousadas a trabalharem a comunicação com seus clientes em mais de uma plataforma, como ter e-mail de marketing, aplicativos de mensagens e anúncios patrocinados nas redes sociais. Se informarem aos clientes toda vez que descobrirem um novo golpe, certamente eles ficarão mais atentos, e o prejuízo será bem menor”, afirma.

Gonçalves alerta ainda para outra modalidade comum de golpe, que acontece quando uma pessoa liga já informando os dados pessoais de um cliente e, depois, pede um código e senhas pessoais. “Hoje é possível comprar dados pessoais no submundo da internet, como telefone de contato e até mesmo endereços. Por isso, alguns consumidores recebem ligações em que o golpista informa parte dos nossos dados pessoais. Mas, só com esses dados, não é possível acessar nossas contas bancárias e redes sociais. Então eles costumam ligar e pedir códigos que a gente recebe por SMS ou e-mail. A dica é não compartilhar códigos e senhas”, afirma

Empresas dizem que oferecem recursos de segurança

Empresas dizem que oferecem recursos de segurança Procurado, o Instagram informou “que possui recursos como Autenticação de Dois Fatores e Solicitações de Login, que, quando acionados, são capazes de barrar a invasão de contas, além de caminhos disponíveis na Central de Ajuda do Instagram para auxiliar na recuperação. Recomendamos que as pessoas façam uso das ferramentas de segurança disponíveis, não compartilhem os códigos de autenticação recebidos e denunciem publicações e contas que considerarem suspeitas ou que finjam se passar por outra pessoa, marca ou negócio. Manter nossa comunidade segura é uma das nossas prioridades e uma área em que buscamos melhorar constantemente”, afirmou em nota.

O WhatsApp afirmou que “a empresa oferece mecanismos para que seus usuários se protejam de golpes na plataforma e recomenda a ativação da confirmação em duas etapas, que funciona como uma camada extra de segurança para as contas”. O aplicativo explicou que esse recurso possibilita o cadastro de um e-mail (opcional) e de uma senha (PIN) de seis dígitos (obrigatório), solicitado periodicamente para o usuário e necessário para confirmar o número no WhatsApp. “Este PIN, assim como o código de verificação enviado por SMS, não deve ser compartilhado com outras pessoas, nem mesmo amigos próximos ou familiares. Também é importante ressaltar que o WhatsApp não entra em contato proativamente com nenhum usuário por telefone para solicitar qualquer tipo de recadastramento de senha ou da confirmação em duas etapas”.

Com informações de G1GO e UOL.

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Foto: vários perfis falsos 

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